Conservando o clima do planeta


Postado em 25/abr/2018

Em dezembro de 2015, quase todo o mundo (195 países, para ser exato) concordou em reduzir suas emissões de gases de efeito estufa e fazer sua parte para resolver a mudança climática como parte do marco do Acordo de Paris. Depois de anos de negociação e discussão, o mundo está mais perto do que nunca de finalmente se afastar dos combustíveis fósseis sujos e trabalhar juntos para reverter a perigosa tendência ascendente do aquecimento global.

Uma das formas mais notáveis ​​pelas quais as cidades ao redor do mundo estão agindo sobre o clima é a instalação de sistemas de energia renovável em seus prédios. Várias cidades estão instalando painéis solares em prédios públicos, bem como parcerias com desenvolvedores privados para fornecer energia limpa para as operações da cidade por meio de contratos de compra de energia e outras ferramentas de aquisição de energia limpa.

Mas instalar um pouco de energia solar é apenas o começo. Muitas cidades – incluindo Burlington, Greensburg e Aspen, nos EUA – já fizeram a mudança para 100% de energia renovável. Outras se comprometeram a atingir 100% de energia renovável em um futuro próximo, como Vancouver, Georgetown, San Diego e San Jose, para citar apenas algumas. Isso não está acontecendo apenas nos EUA – em todo o mundo, as cidades estão atingindo a marca de 100% de energia renovável, incluindo Yakushima (Japão), Wolfhagen (Alemanha), Kisielice (Polônia) e Dobbiaco (Itália).

Outras cidades ao redor do mundo estão restaurando áreas naturais e adotando outras medidas de adaptação para se proteger contra os impactos que já estamos vendo hoje. Em algumas cidades da França, por exemplo, os novos prédios comerciais precisarão em breve incluir um telhado verde ou painéis solares. Telhados cobertos de plantas isolam edifícios, ajudando a reduzir as necessidades de aquecimento e ar condicionado, diminuindo o escoamento de água e absorvendo a poluição do ar. Eles também fornecem um habitat para a vida selvagem em um ambiente de concreto e vidro.

Outras cidades estão adotando “ruas verdes” – métodos naturais ou projetados para o controle de águas pluviais que, de outra forma, coletariam poluentes e se apressariam das superfícies das ruas para os bueiros e para os canais locais. Além disso, as “ruas verdes” podem ajudar a absorver dióxido de carbono e resfriar a área ao redor, reduzindo a necessidade de ar-condicionado e economizando energia.

É o caso de Copenhague – um verdadeiro farol do clima – onde o primeiro bairro adaptado às mudanças climáticas do mundo tomou forma. No bairro de St. Kjeld, em vez de aumentar a infra-estrutura como escoadouros para combater futuras inundações, a água da chuva está sendo desviada através de espaços verdes públicos especialmente projetados, criando um belo parque para o público, protegendo suas ruas e prédios das enchentes. Segundo o arquiteto Flemming Rafn Thomsen, que trabalhou no projeto, “A mudança climática é uma grande oportunidade para construir cidades mais verdes. Devemos parar de empurrar a natureza para longe e parar de fingir que podemos afastar o tempo.”

No Brasil, ainda não são muitos os exemplos de iniciativas puramente verdes, mas percebe-se um verdadeiro e inspirador movimento nessa direção, liderados por startups jovens que se propõem a solucionar ou reduzir impactos socioambientais decorrentes de atividades humanas.

E você, amigo da Azulare, o que tem feito para contribuir com a preservação do clima na nossa casa?

 

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